Menarca
Mais poesias surrealistas enquanto as crônicas e ensaios não vem.
Gosto de chuva
Pele em pluma
Pura loucura
Evoca da mente as portas de minha perdição
Matriarca encardida
Anjo de cinta-liga
Gozo por língua a língua
Acabou a razão, somos pulsão
Rezar ao Deus que não vem
Nem sequer tem a quem
Encomendar salvação, não
Meu deserto sem areia
Trigo e trago, tesão sereia
Situar pela beira uma festança mulher
Queira sempre um quase nunca
Com as nuvens pela nuca
Escondida em sua núpcia
Menarca ideia de fluir



